sábado, 27 de novembro de 2010

Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional - SISVAN


O Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional, SISVAN, foi proposto em 1976, mas somente após a promulgação da Lei 8080/1990 é que o SISVAN foi estabelecido nacionalmente.

O Sistema foi concebido sobre três eixos:
I - formular políticas públicas;
II - planejar, acompanhar e avaliar programas sociais relacionados à alimentação e nutrição; e
III - avaliar a eficácia das ações governamentais. Dessa forma cumpre seu papel em auxiliar os gestores públicos na gestão de políticas de alimentação e nutrição.

Na saúde o SISVAN é um instrumento para obtenção de dados de monitoramento do Estado Nutricional e do Consumo Alimentar das pessoas que freqüentam as Unidades Básicas do SUS.

São contempladas pela Vigilância Alimentar e Nutricional todas as fases do ciclo de vida: crianças, adolescentes, adultos, idosos e gestantes.

O Sistema está concebido por uma combinação de estratégias de Vigilância Epidemiológica que são: Sistema informatizado, chamadas nutricionais, inquéritos populacionais, fomento e acesso a produção científica de indicadores de saúde e nutrição.



Através do SISVAN se acompanham os beneficiários do programa de transferência de renda Bolsa Família.

A implantação efetiva do SISVAN traria mês a mês informações de grande valia, não apenas para os gestores públicos, como também para os profissionais conhecerem as regiões onde trabalham. Essas informações serviriam para o monitoramento de ações públicas, o planejamento de novas ações a nivel local ou mesmo com uma abrangência regional. Sendo funcamental para o desenvolvimento social.

Todos os profissionais de saúde (não apenas o nutricionista) devem alimentar o sistema, no entanto, apesar dos 20 anos de existência do SISVAN, o que se vê é a falta de interesse dos profissionais das unidades básicas em alimentar o sistema enviando à secretaria as informações solicitadas.

Em Natal, este quadro está mudando, pois a UFRN, através de um convênio com a prefeitura, está implantando o SISVAN em todas as unidades que estão recebendo estagiários de Nutrição. Por enquanto, 10 unidades estão sendo beneficiadas. Os estagiários são responsáveis por implantar o sistema e conscientizar os profissionais de sua importância

Ministério da Saúde renova acordo com indústria para melhorar alimentação dos brasileiros

Meta de redução de gordura trans nos alimentos já foi alcançada por 94,6% das empresas. Esforço agora é reduzir sódio/sal, açúcar e gordura saturada

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, assinou nesta quinta-feira (25), em Brasília, acordo de cooperação com a Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (Abia) que prorroga por mais três anos o Fórum da Alimentação Saudável. Estudo feito pela Abia, em parceria com o governo federal, revela que 94,6% das empresas associadas à entidade, em média, alcançaram a meta estabelecida em 2007, quando o Fórum foi criado: cerca de 230 mil toneladas de gordura trans deixaram de ir para as prateleiras em 2009, na comparação com 2008.

As metas de redução desse tipo de gordura foram definidas a partir de recomendações da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), que estabelece o limite de 5% de presença de gordura trans do total de gorduras em alimentos processados e 2% do total de gorduras em óleos e margarinas. Ao todo, foram avaliadas doze categorias de alimentos, incluindo snacks, massas instantâneas, sorvetes, caldos, chocolates, sopas, panetones, óleos, pratos prontos, biscoitos e bolos, além de margarinas e cremes vegetais. Para a escolha dessas categorias, a Abia – que representa cerca de 70% do setor produtivo nacional – fez um levantamento e selecionou os grupos de alimentos que apresentavam teores mais elevados de gorduras trans.

Desde a criação do Fórum da Alimentação Saudável – estabelecido com o objetivo principal de encontrar alternativas viáveis para a substituição e a conseqüente redução de alimentos prejudiciais à saúde dos brasileiros – foram desenvolvidas importantes ações conjuntas entre os órgãos parceiros: Ministério da Saúde, Abia e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

PRORROGAÇÃO – O acordo foi prorrogado para dar continuidade aos esforços em se atingir 100% das metas de redução de gorduras trans em todos os produtos industrializados. Principalmente, em categorias de alimentos que obtiveram resultados menos expressivos quanto à redução de gorduras trans, como margarinas e cremes vegetais, bolos e biscoitos. De acordo com a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF 2002-2003/IBGE), o consumo domiciliar per capita anual de margarina foi de 1,62kg e, o de biscoitos, 4,81kg.

O esforço de aperfeiçoar a qualidade dos produtos que chegam às prateleiras demonstra o empenho e a articulação entre governo e indústria. Por isso, as medidas previstas no Fórum da Alimentação Saudável também são extremamente importantes para a gradual redução do teor de sódio/sal e açúcar nos alimentos processados. A expectativa é que, até 2020, o consumo de sal pela população brasileira seja reduzido em 50%.

Estudos apontam que a redução de 3 gramas no consumo diário de sal levaria a uma redução de 13% nos casos de Acidente Vascular Cerebral (AVC) e 10% nas doenças isquêmicas do coração.

RISCOS À SAÚDE – O consumo de altas taxas de gorduras trans e sal aumentam os riscos de obesidade, doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão e AVC. No Brasil, segundo dados da POF (2008-2009/IBGE), cerca de um terço das crianças com idade entre 5 e 9 anos apresentam excesso de peso. Entre os adultos, esse percentual chega a 50%.

Além disso, a pesquisa Vigitel (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico) apontou que, em 2009, 24,4% da população adulta das capitais brasileiras foi diagnosticada como hipertensa e 5,8% como diabética. Nesta população, as doenças cardíacas são mais graves, de difícil tratamento e de alto custo para o sistema de saúde. Por isso, o esforço de aprimorar os alimentos para a melhoria da saúde e da qualidade de vida dos brasileiros é preocupação permanente do Ministério da Saúde.

Fonte:
BRASIL. Ministério da saúde. Ministério da Saúde renova acordo com indústria para melhorar alimentação dos brasileiros. Disponível em: "http://portal.saude.gov.br/portal/aplicacoes/noticias/default.cfm?pg=dspDetalheNoticia&id_area=124&CO_NOTICIA=11922". Acesso em: 27 nov 2010.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Nutricionista


O que é ser um nutricionista?

Nutrição é o estudo da relação entre a ingestão de nutrientes através dos alimentos e a ação desses nutrientes no corpo humano, ou seja, o estudo dos processos envolvidos com a obtenção de nutrientes. O nutricionista é o profissional que estuda as maneiras mais corretas de nutrição para cada pessoa. Esse profissional trabalha com as Ciências da Nutrição e Alimentação, pesquisando, orientando e controlando a alimentação dos seus pacientes, seguindo dados de exames feitos por eles. Com base nesses dados, o profissional entende o organismo do paciente e identifica as substâncias em deficiências ou em excesso, assim ele pode elaborar uma dieta adequada a cada paciente, e realizar também o controle dos níveis dessas substâncias.

Quais as características necessárias para ser um nutricionista?

Para ser um nutricionista é necessário que o profissional domine conceitos de medicina e de psicologia, que fazem parte do curso.

Outras características interessantes são:

responsabilidade, metodologia, interesse pelas ciências biológicas, facilidade de lidar com as pessoas, paciência, capacidade de observação, capacidade de diagnosticar problemas, realismo, dinamismo, raciocínio rápido.

Qual a formação necessária para ser um nutricionista?

Para ser um nutricionista é necessário diploma de curso superior em Nutrição. O curso, que tem duração média de quatro a cinco anos, tem como matérias que compõem sua grade curricular: biologia, anatomia humana, antropologia social, psicologia aplicada à nutrição, química das biomoléculas, bioquímica, fisiologia e biofísica, composição dos alimentos, bromatologia, imunologia, técnica dietética, entre outras. O aluno também pode se formar em medicina, com a duração média de seis anos e optar pela residência em nutrição ou nutrologia, com duração de dois anos.

Principais atividades de um nutricionista

Atender o paciente

Fazer as perguntas e pedir os exames necessários a cada caso

Ao analisar o resultado dos exames, definir as principais deficiências ou excessos na alimentação

Elaborar uma dieta minuciosa para o paciente

Controlar a dieta e o resultado da mesma através de exames periódicos

No caso de esportistas e atletas, prepara uma dieta que reponha a energia gasta por eles, de acordo com o metabolismo de cada um

Áreas de atuação e especialidades

O nutricionista pode trabalhar em muitos estabelecimentos diferentes:

Clubes de esportes

Pode trabalhar em clubes, atendendo e examinando atletas, pedindo exames, elaborando uma dieta balanceada que reponha os nutrientes e substâncias necessárias ao corpo. No caso do atleta, que gasta muita energia durante um treino ou uma partida, a dieta é basicamente composta de carboidratos e vitaminas, além de outras particularidades.

Empresas

Pode trabalhar em empresas, instituições ou organizações, cuidando da alimentação e do cardápio dos funcionários.

Clínicas

Pode trabalhar em clínicas juntamente com outras especialidades, em clínicas de nutrição, em clínicas estéticas, acompanhando outros tipos de tratamentos, em clínicas de cirurgias plásticas e de redução de estômago, etc.

Spas e academias

Pode trabalhar em spas ou academias, acompanhando o progresso dos pacientes e freqüentadores, pedindo exames e elaborando dietas adequadas a cada um.

Mercado de trabalho

O mercado de trabalho para o profissional da nutrição fica cada vez mais amplo, uma vez que os cuidados com a saúde, qualidade de vida, e com a alimentação crescem cada dia mais. Tal fato deve-se não só à preocupação estética, como também pelo desejo das pessoas de envelhecerem mais saudáveis. É muito comum, atualmente, que os profissionais desta área serem procurados por pacientes de todas as idades, de crianças à idosos.

Curiosidades

A relação do homem com a comida é antiga, e a história da alimentação vem da pré-história. Diz-se que o homem começou a se alimentar de frutas e raízes após a observação do comportamento de outros animais. Nesse período da pré-história, que é chamado de Paleolítico, o homem era essencialmente coletor, caçador e nômade. Após esse período, veio o Neolítico, quando o homem descobriu a agricultura e tornou-se sedentário, formando agrupamentos sociais. Nessa época, o homem já sabia mais sobre a nutrição, e a alimentação já não era tão instintiva quanto antes. Na chamada Idade dos Metais, período que sucedeu o Neolítico, a ação do homem sobre a natureza tornou-se mais intensa, e foi aí que começaram a ser produzidas bebidas e alimentos líquidos com base em frutas, verduras, legumes e raízes.

No Antigo Egito, as elites tinham alimentação farta e variada, como é possível verificar nos desenhos de tumbas de faraós e pirâmides. Para os egípcios, a saúde e a longevidade dependiam dos prazeres à mesa, a inapetência era sinal de doença. Nessa época, cereais como trigo, milho, arroz e cevada começaram a ganhar destaque.

Ainda na Antiguidade, os médicos já conheciam os efeitos medicinais de muitos alimentos. Textos de Hipócrates já revelavam algumas características da alimentação dos povos antigos, como por exemplo, o cultivo de cevada, trigo, favas, grão-de-bico, lentilhas, gergelim, a criação de bovinos, suínos, ovinos e de cães (para consumo), a caça de javalis, lebres, raposas e aves, a pesca de peixes e moluscos, destaca-se o consumo de queijos, frutas secas e frescas, hortaliças como alho, cebola e agrião e condimentos como poejo, manjericão e tomilho, e vinho era a bebida mais comum.

Na Idade Média, três fatores da alimentação se destacavam: o sabor forte (especiarias), a utilização do açúcar (doce) e os sabores ácidos (vinho e vinagre).

Na Idade Moderna, a agricultura passa a ter fins comerciais, e a crise na produção de cereais acarretou o encarecimento do pão, produto básico na alimentação do mundo conhecido.

Na Idade Contemporânea, a agricultura continuou se desenvolvendo, houve um aumento no consumo das gorduras vegetais e animais e dos ovos. As indústrias começaram a surgir e com elas, os produtos industrializados e prontos. A cultura de um povo exerce influência na sua alimentação, portanto a alimentação está mais ligada a fatores externos do que a necessidades fisiológicas.

Fonte: www.brasilprofissoes.com.br

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Nutrição


A nutrição tem importante papel no processo de manutenção, promoção e recuperação da saúde.

Associado a uma alimentação saudável os benefícios ao organismo são inúmeros levando a uma melhora de qualidade de vida.

Afinal, a nutrição é a interação entre o corpo humano, o alimento e seus nutrientes.

No campo profissional, surgem novas áreas de atuação onde destaca-se alem da nutrição clinica, alimentação coletiva e saúde coletiva; a docência , nutrição esportiva,industria de alimentos e marketing na área de alimentação e nutrição.

Atualmente o profissional de nutrição trabalha com nutrição funcional, estética, fitoterapia e desenvolvimento de produtos.

O curso de Nutrição visa formar um profissional que atenda aos princípios da Ciência da Nutrição e tenha como responsabilidade promover, preservar e recuperar a saúde do indivíduo e da coletividade.

O curso está voltado às grandes áreas da Nutrição, caracterizadas pela Administração de Unidades de Alimentação e Nutrição, Administração das Organizações de Saúde Coletiva e Dietoterapia.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Áreas de Atuação do Nutricionista

Apesar das diversidades de seu campo de atuação, as principais áreas de atuação do profissional nutricionista têm sido o hospital, a indústria e a saúde pública. Cabe a cada profissional, egresso de um curso superior, saber explorar todas as potencialidades que lhe permite o conhecimento profissional.

Hospital

Em um hospital o nutricionista atua nos seguintes setores:

a) Nutrição clínica e cirúrgica

Serviço de nutrição nas enfermarias, organização (estrutura, instalações, impressos, pessoal); interpretação e adequação das prescrições médicas; elaboração e análise de dietas; visitas aos pacientes internados; anamnese alimentar, avaliação e orientação nutricional; controle de ingesta hídrica e calórica; controle de rotina no pré e pós-operatório; participação em grupos de estudos; solicitação de exames laboratoriais.

b) Ambulatórios

Rotina, impressos, pessoal; anamnese alimentar e avaliação nutricional; elaboração da dieta individual, considerando as condições sócio-econômicas e hábitos alimentares; atendimento grupal, solicitação de exames laboratoriais.

c) Nutrição materno-infantil

Gestante, puérpera e nutris: serviço de nutrição na maternidade e rotina; supervisão e controle do serviço, atualização de mapas; anamnese alimentar; avaliação e orientação nutricional; elaboração e análise da dieta.

Pediatria

Serviço de nutrição na enfermaria de pediatria, supervisão e controle; interpretação e adequação das prescrições médicas; atualização de mapas; anamnese alimentar;avaliação e orientação nutricional; elaboração e análise da dieta.

Lactário

Serviço de nutrição no lactário; localização, planejamento, equipamentos, higienização, pessoal; armazenamento e distribuição de mamadeiras; métodos de esterilização; controle bacteriológico; cálculo e técnicas de preparo das fórmulas lácteas e não-lácteas; supervisão e controle; atualização de mapas.

Banco de leite humano

Rotina, planejamento, localização, ventilação e iluminação; área de atuação técnica de colheita do leite humano e métodos de conservação; impressos; atualização e controle das estatísticas; supervisão e controle.

d) Produção

Planejamento do serviço de nutrição (localização, utensílios, máquinas e equipamentos); tipos de serviço; elaboração de cardápios (per capita, custos); sistema de distribuição para pacientes e servidores; controle de qualidade e aceitabilidade dos alimentos; impressos; treinamento e seleção de pessoal; supervisão, coordenação e controle de atividades desenvolvidas.

Saúde Pública

Na área de Saúde Pública a atividade é desenvolvida, principalmente, junto aos órgãos de governo. Deve sempre estar pronto para prestar informações ao público através dos veículos de comunicação de massa; deve conscientizar a sociedade e mobilizar o governo para a busca de soluções definitivas, objetivando amenizar a gravidade da questão alimentar brasileira.

a) Planejamento

Realizado em qualquer nível de atuação: local, regional e central, elaborando e coordenando programas de suplementação alimentar e de merenda escolar, na tentativa de reduzir as carências nutricionais.

b) Assistência alimentar

Serviços de nutrição em instituições que comportam coletividade sadia (estrutura, instalações, impressos, pessoal; elaboração de cardápios diários: requisição, produção e distribuição); observação do per capita e da aceitabilidade da alimentação distribuída.

c) Educação nutricional

Organização e planejamento de atividades; palestras para a clientela; pesquisas para avaliação nutricional da clientela; atendimento ambulatorial (anamnese alimentar, avaliação e orientação nutricional); elaboração e prescrição de dietas.

d) Alimentação do pré-escolar e escolar

Atividades desenvolvidas em diversas instituições da comunidade, verificando aspectos nutricionais na avaliação da alimentação e do estado nutricional, por serem os membros da comunidade oriundos dos mais diferentes níveis sócio-econômicos e culturas.

Centro de saúde

Planejamento e ministração de palestras e cursos sobre temas de nutrição e saúde, para os usuários que integram os programas e para a comunidade; atendimento no ambulatório de puericultura e orientação alimentar para mães e crianças.

Escolas

Serviço de nutrição (instalações; confecção e distribuição de refeições); planejamento e elaboração de cardápios; avaliação da aceitabilidade da alimentação distribuída; supervisão da distribuição da merenda escolar; observação do per capita ingerido, utilizando medidas caseiras; anotação da freqüência à merenda escolar; impressos e rotina.

Creches

Planejamento e ministração de palestras e cursos sobre alimentação e saúde, dirgidos aos responsáveis pelas crianças e membros da comunidade, com demonstrações práticas e técnicas para a conservação do valor nutritivo dos alimentos; avaliação nutricional do pré-escolar; impressos e elaboração de pesquisas.

Restaurante Tipo Industrial

O nutricionista trabalha conscientizando o empregador para a importância do serviço de nutrição em sua empresa, obtendo os recursos necessários para desenvolvê-lo.

Atividades semelhantes às descritas para a produção de alimentos em um hospital. O cardápio serve como um verdadeiro instrumento para a educação nutricional: deve orientar o comensal para os processos tecnológicos da fabricação, valor nutricional e preparo do produto; deve elaborar informes científicos e técnicas referentes à alimentação em geral, ampliando a consciência crítica relativa à propaganda pelos meios de comunicação de massa. Atuando em empresas, deve seguir, rigorosamente, o Código Brasileiro de Alimentos.

Consultório Dietético

Cabe ao nutricionista dar atendimento nutricional personalizado a indivíduos sadios que necessitam adequar seu comportamento alimentar ou a indivíduos doentes que necessitam de aconselhamento dietoterápico, mediante diagnóstico médico; atua em clínicas de recuperação médico-nutricional, clínicas de ginástica/estética; como também, em escritórios de planejamento e assessoria de serviços alimentares.

Laboratório Bromatológico

O nutricionista participa da equipe de Vigilância Sanitária na identificação do estado higiênico sanitário do alimento, quanto ao controle de qualidade e legislação sanitária vigente.

Desenvolve suas atividades em laboratórios bromatológicos, físico-químicos e microbiológicos: identifica os alimentos quanto a sua estrutura e composição; controle sanitário de alimento de origem animal; inspeção sanitária e comercial; provas de esterilidade nos produtos alimentares enlatados e embutidos; determinação de alterações diversas e identificação de micro-organismos; aplicação da legislação bromatológica vigente e elaboração de relatórios.

Pesquisa

Trabalha na indústria de alimentos pesquisando processos de confecção, enriquecimento e conservação de alimentos industrializados. Nas instituições de ensino, elabora pesquisas acadêmicas nas diferentes áreas da alimentação, nutrição e saúde.

Ensino

A atividade primordial do nutricionista é ade educador, podendo desenvolver atividades de ensino em quaisquer dos níveis de formação humana, formal ou informal, de simples palestras na comunidade ao ensino superior.

Administração

Pode assumir qualquer atividade funcional na sua área de formação: sendo exclusiva dela a direção de escolas e cursos de nutrição e restaurantes industriais.

Outras

Marketing.

Fonte: www.ufpa.br

terça-feira, 23 de março de 2010

Áreas de atuação do Nutricionista

Vendo que muita gente ainda não sabe muito bem o que um nutricionista pode fazer, aqui vai um post com alguns recortes da RESOLUÇÃO CFN N° 380/2005, a qual define as ÁREAS DE ATUAÇÃO DO NUTRICIONISTA.

I - ÁREA DE ALIMENTAÇÃO COLETIVA

1. UNIDADE DE ALIMENTACAO E NUTRICAO (UAN)
2. ALIMENTAÇÃO ESCOLAR
3. ALIMENTAÇÃO DO TRABALHADOR

II - ÁREA DE NUTRIÇÃO CLÍNICA

1) HOSPITAIS, CLÍNICAS EM GERAL, CLÍNICAS EM HEMODIÁLISES, INSTITUIÇÕES DE LONGA PERMANÊNCIA PARA IDOSOS E SPA.
2) AMBULATÓRIOS/CONSULTÓRIOS
3) BANCO DE LEITE HUMANO – BLH
4) LACTÁRIOS/CENTRAIS DE TERAPIA NUTRICIONAL
5) ATENDIMENTO DOMICILIAR

III – ÁREA DE SAÚDE COLETIVA

1) POLÍTICAS E PROGRAMAS INSTITUCIONAIS
2) ATENÇÃO BÁSICA EM SAÚDE
A - Em Promoção da Saúde
B - Em Assistência à saúde
3) VIGILÂNCIA EM SAÚDE

IV - ÁREA DE DOCÊNCIA

1. Ensino, Pesquisa e Extensão (Graduação e Pós-graduação)
2. Coordenação:

V – ÁREA DE INDÚSTRIAS DE ALIMENTOS

1) DESENVOLVIMENTO DE PRODUTOS

VI - ÁREA DE NUTRIÇÃO EM ESPORTES

1) CLUBES ESPORTIVOS, ACADEMIAS E SIMILARES.

VII - MARKETING NA ÁREA DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Nutricionistas poderão ter salário profissional no valor de R$ 4.650,00

Está em tramitação na Câmara Federal, o PL Nº 5439/09, instituindo o salário mínimo profissional para os nutricionistas. Segundo o Deputado Federal Mauro Nazif (2009):

"A legislação trabalhista brasileira determina uma série de garantias da remuneração devida aos trabalhadores. Mauricio Godinho Delgado1 relaciona entre elas o salário profissional, que está inserido nas proteções jurídicas do valor do salário, denominado de patamar salarial mínimo imperativo, podendo ser genérico, para todo o mercado, ou especial, relativo a determinadas profissões ou categorias profissionais especiais. Essa proteção, na Constituição Federal, está prevista nos seguintes termos:

Art. 7º São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
...................................................................................
V - piso salarial proporcional à extensão e à complexidade do trabalho;
.................................................................................
Hoje, profissionais de várias atividades, principalmente as relacionadas à saúde, além de uma carga horária elevada, acumulam mais de um emprego com o intuito de conseguir uma remuneração digna. Mesmo assim, em muitos casos, esse objetivo não é alcançado.
A jornada de trabalho desgastante, associada ao estresse pelos deslocamentos entre os diversos locais da prestação dos serviços, compromete irremediavelmente tanto a saúde do profissional quanto a qualidade do atendimento ao paciente. Isso acaba prejudicando a totalidade da população que, a cada dia, tem seu sofrimento aumentado com a deterioração do sistema de saúde do País.
Entendemos, assim, que a fixação do piso salarial por lei torna-se crucial para o bom desempenho de determinadas atividades na medida em que dará melhores condições de trabalho aos profissionais que, percebendo uma remuneração condizente com suas responsabilidades, poderão exercer o ofício em apenas um estabelecimento.
A presente medida se justifica também como fator de valorização do profissional que, após anos e anos de estudo de graduação e especialização, ainda necessita estar constantemente se atualizando para bem atender os pacientes.
Este projeto, especificamente, visa alterar a Lei n.º 8.234, de 1991, que “Regulamenta a profissão de Nutricionista e determina outras providências”, a fim de estabelecer o piso salarial da categoria profissional em R$ 4.650,00.
Queremos com essa iniciativa, como já nos referimos acima, não somente valorizar o profissional, como também contribuir para a melhoria de seu desempenho, sobretudo no que se relaciona com o atendimento à população. Por essas razões, pedimos o apoio dos Ilustres para a aprovação deste projeto de lei."

O PL está na Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF) tendo sido designado relator o Deputado Dr. Paulo Cesar (PR-RJ). A FNN solicita a todos os profissionais participarem para a aprovação do respectivo PL, através de mensagens de apoio ao relator (dep.mauronazif@camara.gov.br) formando assim um movimento nacional da categoria.

NUTRIÇÃO: MERCADO PROMISSOR

Nos últimos 10 anos, o profissional nutricionista tem sido cada vez mais procurado pela população, seja ela jovem, adulta, idosa e até infantil, o fato é que as pessoas estão mais preocupados com a importância de uma boa alimentação. E estes profissionais não atendem somente pessoas interessadas em emagrecer, mas muitos que querem "aprender a comer", ou seja, fazer uma reeducação alimentar. "As pessoas estão entendendo a teoria do 'Você é o que você come'", explica Madalena.

A professora do curso de Nutrição e supervisora de estágios da Universidade Metodista de São Paulo, Hellen Coelho, explica que o nutricionista é um profissional de saúde generalista, que tem como objeto de trabalho o alimento e a alimentação do homem nas dimensões individual, coletiva e populacional, articulando conhecimentos biológicos, políticos e sociais em sua prática profissional. "O nutricionista pode atuar em diferentes áreas ligadas à alimentação e nutrição, sempre contribuindo para que as pessoas atendidas tenham melhores condições de vida e de saúde".

Segundo a professora, este profissional também pode orientar uma alimentação equilibrada e elaborar cardápios, sempre levando em conta as características individuais do paciente, como idade, sexo, nível de atividade física, patologias e momentos biológicos específicos, como gravidez, adolescência e terceira idade.

Orientação sobre o correto armazenamento e recepção dos gêneros alimentícios tendo em vista a qualidade e a otimização dos recursos existentes, controle das condições higiênico-sanitárias do Serviço de Nutrição em todos os setores, treinamento, orientação e coordenação dos funcionários que desenvolvem atividades relacionadas ao serviço de alimentação e implementação de programas de educação nutricional também fazem parte dodia-a-dia do nutricionista.


AS DIFERENTES ÁREAS DE ATUAÇÃO DO PROFISSIONAL

O nutricionista pode trabalhar em diversas áreas. Pode atuar em hospitais, clínicas, ambulatórios, consultórios, bancos de leite humano, restaurantes de empresas, restaurantes comerciais, creches, escolas, indústrias de alimentos, área de Marketing, clubes, academias ou Secretaria de Esportes:

Setor Administrativo
Gerencia a produção de refeições em indústrias, restaurantes comerciais e hospitalares, hotéis, SPA's e escolas.

Nutrição de Marketing
Atua em indústrias de alimentos, realizando testes e receitas, promovendo degustações e avaliação sensorial e ainda organizando cozinhas experimentais.

Nutrição Esportiva
Trabalha em clubes, associações esportivas e academias de ginástica, orientando os atletas a respeito das dietas alimentares mais adequadas para diversos fins.

REMUNERAÇÃO

Veja abaixo o piso salarial para os nutricionistas, de acordo com o Sindicato dos Nutricionistas do Estado de São Paulo:

  • Área de Indústria e Comércio: R$ 986,45
  • Área Hospitalar e Clínica: R$ 974,38
  • Área de Refeições Coletivas: R$ 825,00 (recém-formado), R$ 900,00 (com até dois anos de experiência profissional) e R$ 970,00 (mais de dois anos de experiência profissional)
  • Santa Casa e Entidades Filantrópicas: R$ 948,02

    A hora técnica, assessoria e consultoria pode ser cobrada de R$ 30,00 a R$ 50,00.

  • Fonte: Catho (http://www.catho.com.br/jcs/inputer_view.phtml?id=5676)

    terça-feira, 8 de dezembro de 2009

    Recomendações dietéticas para crianças até os 7 anos de idade.

    *NENHUMA CRIANÇA DEVE SER AGRADADA E NEM FORÇADA A COMER!!! Ela tem que encarar a alimentação como algo necessário para sua sobrevivência e que pode ser feita com prazer e não como algo que vai agradar ou irritar seus pais;
    *Intervalo de 2 a 3h entre as refeições;
    *Pequena quantidade de alimentos nas refeições;
    *Fracionamento da dieta: 6 refeições diárias, incluindo lanches;
    *Se houver recusa da refeição principal, não substituir por leite ou produtos lácteos. Oferecer mais tarde;
    *Manter a presença de verduras e legumes nas refeições, mesmo que ele não aceite e sem obrigatoriedade no consumo, um dia ela vai sentir a curiosidade de conhecer o gosto;
    *Servir as refeições sem a presença de líquidos. Oferecer após o término da refeição;
    *Retirar o que sobrou do prato sem fazer comentários;
    *Não utilizar guloseimas como recompensas ou castigos.

    segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

    Nova grade do curso de Nutrição da UFRN

    Este novo curriculo é o 4º utilizado na UFRN, foi iniciado agora em 2009.1 e tem várias novidades:
    * Agora o aluno conclui em apenas 4 anos;
    * As disciplinas complementares agora são, em sua maioria, voltadas para o curso, deixando de ser geral (antes os alunos viam o conteúdo geral e os professores davam uma pincelada na área da nutrição);
    * Há várias opções de disciplinas optativas voltadas para a área (antes os alunos procuravam optativas de outros cursos);
    * Houve uma redução na carga horária de várias disciplinas complementares ;
    * O aluno passa a ver disciplinas de nutrição já no primeiro período (antes, os alunos só começavam a ver no 5º, antes disso só viam ética no 2º)
    Isso é uma ótima novidade, pois além de diminuir a ansiedade de alguns alunos, firma logo o aluno que está em dúvida se era aquilo ou não o que queria, pois antes os alunos tinham que esperar até metade do curso para saber e muito acabavam se formando a contragosto, pois não iam "perder" 2 anos e meio de sua vida por nada. Como também ajudam aqueles que tem amigos e parentes curiosos, que acham que estudante no primeiro semestre já é nutricionista formado e com experiência...

    Quem quiser comparar, a grada antiga (ainda em vigência para alguns alunos) está no tópico:
    SOBRE O CURSO DE NUTRIÇAO

    Matriz Curricular: NUTRICAO - MT - FORMAÇÃO
    Carga Horária: Total Mínima 4050; Optativas Mínima 750
    Créditos Obrigatórios: 152 Total - ( 51 Práticos ) / ( 101 Teóricos )
    Carga Horária Obrigatória: 3300 Total - ( 1785 Práticos ) / ( 1515 Teóricos )
    Carga Horária Obrigatória de Atividades Acadêmicas Específicas: 1020 hrs
    Prazos em Períodos Letivo: Mínimo 8 Médio 8 Máximo 12
    Créditos por Período Letivo: Mínimo 1 Médio 98 Máximo 99

    1º Nível
    DAN0030 - ANTROPOLOGIA DO CORPO - 45h Optativa
    DSC0090 - SAUDE E CIDADANIA - 60h Optativa
    DBG0006 - BIOLOGIA CELULAR E MOLECULAR - 60h Obrigatória
    DBG0009 - GENETICA PARA NUTRIÇÃO - 60h Obrigatória
    MOR0004 - ANATOMIA IV - 60h Obrigatória
    MOR0023 - HISTOLOGIA III - 60h Obrigatória
    MOR0041 - EMBRIOLOGIA I - 30h Obrigatória
    NUT0014 - PROCESSOS DE TRABALHO EM NUTRIÇÃO I - 30h Obrigatória
    QUI0250 - QUIMICA ORGANICA BIOLOGICA BASICA - 90h Obrigatória
    CH Total: 495hrs.

    2º Nível
    BEZ0032 - FUNDAMENTOS DE ECOLOGIA E MEIO AMBIENTE - 30h Optativa
    ECO0004 - ECONOMIA PARA NUTRIÇAO - 45h Optativa
    NUT0086 - ASPECTOS SOCIO-ANTROPOLOGICOS DA ALIMENTAÇAO HUMANA - 30h Optativa
    NUT0087 - BIOÉTICA E CIDADANIA - 30h Optativa
    SSO0078 - DESENVOLVIEMTO, MEIO AMBIENTE E PODER LOCAL - 60h Optativa
    DBQ0012 - BIOQUIMICA XII - 120h Obrigatória
    DMP0039 - PARASITOLOGIA PARA NUTRIÇÃO - 45h Obrigatória
    DMP0040 - IMUNOLOGIA PARA NUTRIÇÃO - 30h Obrigatória
    DSC0061 - BIOESTATISTICA - 60h Obrigatória
    CH Total: 450hrs.

    3º Nível
    DCS0345 - SOCIOLOGIA DA SAUDE - 60h Optativa
    FAR0004 - PRIMEIROS SOCORROS - 30h Optativa
    NUT0094 - PESQUISA APLICADA A NUTRIÇÃO I - 60h Optativa
    DFS0026 - FISIOLOGIA X - 90h Obrigatória
    DMP0041 - MICROBIOLOGIA PARA NUTRICAO - 45h Obrigatória
    DSC0058 - EPIDEMIOLOGIA GERAL - 45h Obrigatória
    NUT0053 - BIOQUIMICA DOS ALIMENTOS - 120h Obrigatória
    NUT0061 - NUTRIÇÃO E DIETÉTICA I - 45h Obrigatória
    CH Total: 495hrs.

    4º Nível
    ADM0001 - INTRODUCAO A ADMINISTRACAO - 60h Optativa
    DSC0060 - TOPICOS DE ESTATISTICA INFERENCIAL - 60h Optativa
    EDU0680 - FUNDAMENTOS SOCIO FILOSOFICOS DA EDUCAÇAO - 60h Optativa
    NUT0052 - MICROBIOLOGIA DE ALIMENTOS - 60h Obrigatória
    NUT0054 - ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL I - 30h Obrigatória
    NUT0055 - NUTRIÇÃO E DIETÉTICA II - 45h Obrigatória
    NUT0056 - TÉCNICA DIETÉTICA - 120h Obrigatória
    NUT0059 - CONSUMO ALIMENTAR E DIETÉTICO - 45h Obrigatória
    PAT0009 - PATOLOGIA GERAL V - 45h Obrigatória
    CH Total: 525hrs.

    5º Nível
    DBF0018 - FARMACOLOGIA APLICADA A NUTRIÇÃO - 45h Optativa
    EDU0501 - TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS E ELABORACAO DE MATERIAIS DIDATICOS - 60h Optativa
    FAR0049 - TOXICOLOGIA DE ALIMENTOS - 30h Optativa
    NUT0085 - ANALISE SENSORIAL DE ALIMENTOS - 45h Optativa
    NUT0088 - PESQUISA APLICADA A NUTRIÇÃO II - 30h Optativa
    PSI0093 - PSICOLOGIA PARA NUTRIÇÃO - 45h Optativa
    NUT0049 - ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL II - 45h Obrigatória
    NUT0050 - GESTAO EM ALIMENTAÇÃO COLETIVA I - 150h Obrigatória
    NUT0051 - NUTRIÇÃO E DIETÉTICA III - 60h Obrigatória
    NUT0072 - TCC I - 30h Obrigatória
    CH Total: 540hrs.

    6º Nível
    NUT0091 - TOPICOS ESPECIAIS EM NUTRICAO E DIETETICA - 45h Optativa
    NUT0093 - PROCESSO DE TRABALHO EM NUTRIÇÃO II - 15h Optativa
    NUT0095 - INTRODUÇÃO A GASTRONOMIA - 45h Optativa
    DSC0057 - GESTÃO EM SERVIÇOS DE SAÚDE - 60h Obrigatória
    NUT0019 - EPIDEMIOLOGIA NUTRICIONAL - 45h Obrigatória
    NUT0028 - GESTÃO EM ALIMENTAÇÃO COLETIVA II - 45h Obrigatória
    NUT0042 - TECNOLOGIA DOS ALIMENTOS - 75h Obrigatória
    NUT0047 - EDUCAÇÃO ALIMENTAR E NUTRICIONAL - 105h Obrigatória
    NUT0048 - DIETOTERAPIA I - 105h Obrigatória
    NUT0067 - TCC II - 30h Obrigatória
    NUT0073 - ESTAGIO EM ALIMENTAÇÃO COLETIVA I - 90h Obrigatória
    CH Total: 660hrs.

    7º Nível
    ADM0520 - MARKETING DE VAREJO E SERVICOS - 60h Optativa
    ADM0523 - EMPREENDEDORISMO E PLANO DE NEGÓCIOS - 60h Optativa
    EDU0087 - LINGUA BRASILEIRA DE SINAIS - LIBRAS - 60h Optativa
    NUT0089 - NUTRIÇÃO APLICADA À ATIVIDADE FÍSICA E ESPORTES - 45h Optativa
    NUT0090 - VIGILANCIA SANITARIA DE ALIMENTOS - 30h Optativa
    NUT0092 - TOPICOS ESPECIAIS EM DIETOTERAPIA - 30h Optativa
    NUT0015 - GESTÃO E POLÍTICAS DE ALIMENTAÇÃO, NUTRIÇÃO E SAÚDE - 75h Obrigatória
    NUT0016 - DIETOTERAPIA II - 180h Obrigatória
    NUT0074 - ESTAGIO EM NUTRICAO E SAUDE COLETIVA I - 90h Obrigatória
    NUT0081 - ESTAGIO EM NUTRIÇÃO CLINICA I - 90h Obrigatória
    CH Total: 720hrs.

    8º Nível
    NUT0080 - ATIVIDADES ACADÊMICAS COMPLEMENTARES - 150h Obrigatória
    NUT0082 - ESTAGIO EM NUTRICAO E SAUDE COLETIVA II - 180h Obrigatória
    NUT0083 - ESTAGIO EM ALIMENTAÇÃO COLETIVA II - 180h Obrigatória
    NUT0084 - ESTAGIO EM NUTRIÇÃO CLÍNICA II - 180h Obrigatória
    CH Total: 690hrs.

    quinta-feira, 10 de setembro de 2009

    Ingestão Alimentar de Referência ou DRI

    Segundo o artigo de AMAYA-FARFAN (2001), as DRI's são valores propostos pelo comitê do Food and Nutrition Board (FNB) do Institute of Medicine (IOM) of the National Academy of Sciences (NAS) dos Estados Unidos, relativos ao consumo de nutrientes estimados para uso no planejamento e avaliação de dietas para pessoas aparentemente saudáveis. Esses valores compreendem as RDA e as AI. Embora os conceitos (e valores) de UL e EAR tenham entrado na elaboração da tabela principal, esses valores não constam dela, pois as EAR são inferiores e os UL muito superiores às RDA.

    A RDA (Recommended Dietary Allowance, “Recomendações de Doses ou Cotas Alimentares” ou Ingestão Dietética Recomendada) é o nível de consumo alimentar de cada nutriente, suficiente para satisfazer os requerimentos de praticamente todos os indivíduo saudável (entre 97 e 98%), compreendido num determinado grupo, por gênero e estágio de Vida. O termo denota a recomendação mais apurada à qual se possa chegar e é utilizado no planejamento de dietas para indivíduos. Enquanto a AI (Adequate Intake, ou “Ingestão Adequada”) é considerada um valor de consumo recomendável, baseado em levantamentos, determinações ou aproximações de dados experimentais, ou ainda de estimativas de ingestão de nutrientes para grupo(s) de pessoas sadias, e que se considera adequado, sendo usado apenas quando a RDA não pode ser determinada.

    A EAR (Estimated Average Requirement ou “Estimativa do Requerimento Médio”) é definida como sendo o valor (mediana) de ingestão diária de um nutriente suficiente para suprir a necessidade de 50% dos indivíduos sadios compreendidos num determinado estágio da vida.

    O UL (Tolerable Upper Intake Level ou “Nível de Ingestão Máxima Tolerável”) é o valor mais alto de ingestão diária continuada de um nutriente que não causará efeitos adversos à saúde da maioria das pessoas de um determinado grupo de mesmo gênero e estágio de vida. Quando possível, é baseado no NOAEL (No Observed Adverse Effect Level) ou no LOAEL (Lowest Observed Adverse Effect Level). NOAEL é o maior nível de ingestão de um nutriente que não resultou em efeito adverso observado nos indivíduos estudados e LOAEL é a ingestão mais baixa na qual um efeito adverso tenha sido observado. Quando dados sobre efeitos adversos não estão disponíveis e o veredicto é desconhecido, a UL não existe.

    As DRI’s são utilizadas para avaliar o quão adequada está uma dieta em relação à ingestão de nutrientes. Para a elaboração de planos alimentares individuais, deve-se usar os valores de RDA ou de AI como meta a ser alcançada. Para a avaliação de uma dieta, deve-se usar os valores de EAR e de UL na análise da adequação da ingestão de cada nutriente.

    As DRI’s não podem ser tomadas como referência para uma avaliação precisa da adequação de dietas, pois a necessidade de nutrientes é particular a cada indivíduo, contudo elas mostram a probabilidade de um indivíduo normal alcançar suas necessidades diárias.



    Autor:
    Pollyana Medeiros.

    Referências:
    AMAYA-FARFAN, Jaime; DOMENE, Semíramis Martins Álvares; PADOVANI, Renata Maria. DRI: síntese comentada das novas propostas sobre recomendações nutricionais para antioxidantes. Rev. Nutr. [online], Campinas, v. 14, n. 1, Abr. 2001.

    terça-feira, 8 de setembro de 2009

    Livros de Materno-Infantil

    Nutrição em Obstetricia e Pediatria


    Autor: Elizabeth
    Accioly
    Editora: GUANABARA KOOGAN
    ISBN : 8570064446
    ISBN 13: 9788570064448
    2 º Edição - 2009, 672 pág.

    Sumário
    Unidade I - Saúde e Nutrição no Grupo Materno-Infantil; Unidade II - Nutrição em Obstetrícia;
    Unidade III - Nutrição em Pediatria;
    Unidade IV - Banco de Leite Humano.

    Faixa de preço: entre R$ 127,20 e R$ 150,00



    Disponível em: BestBooks, Livraria Luana, Arte Pau-Brasil, Livraria da Travessa

    Nutriçao - Da Gestaçao Ao Envelhecimento
    Autor: Márcia Regina Vitolo
    Editora: Rubio
    ISBN: 8577710092
    ISBN-13: 9788577710096
    1ª Edição 2008 , 632 pag

    Abrange a Nutrição em todo o ciclo da vida – da gestação ao envelhecimento –, e tem como principal foco os aspectos de relevância na abordagem nutricional. O enfoque prático foi baseado nos 25 anos de experiência da autora e na colaboração de profissionais especializados em cada tema específico.
    O destaque dessa obra é a profunda fundamentação científica imbuída de interpretação crítica e aplicada à realidade brasileira.
    Os exemplos práticos e os estudos de casos conferem à obra característica única, permitindo diferenciada formação acadêmica e atualização de profissionais que trabalham na área da Nutrição


    Sumário:
    Parte 1 - Recomendações nutricionais
    Parte 2 - Gestação
    Parte 3 - Aleitamento materno
    Parte 4 - Infância
    Parte 5 - Adolescência
    Parte 6 - Obesidade na infância e na adolescência
    Parte 7 - Adulto
    Parte 8 - Idoso

    Faixa de preço: de R$ 101,25 a R$ 135,00
    Disponível em: Livraria Saraiva, Livraria Cultura, BestBooks, Martins Fontes Paulista, Livraria da Travessa

    Nutrição do Lactente - Base Científica para uma Alimentação Adequada
    Autor: Marilene Pinheiro Euclydes
    Editora: do autor
    2ª edição, 2000, 489 pag

    Faixa de preço: R$ 35,00 (em sebos)
    Disponível em: Estante virtual

    sexta-feira, 4 de setembro de 2009

    Disciplina: Nutrição Materno-infantil

    http://imagem.vilamulher.com.br/temp/gravida-campanha-parto-180208.jpg

    Vou iniciar várias postagens sobre alguns cursos da grade de nutrição da UFRN, a começar por Nutrição Materno-Infantil. Estudada no 6º período, é uma disciplina que complementa a Nutrição Humana, pois é voltada para gestante, lactantes, lactentes, crianças e adolescentes saudáveis.

    Todas as orientações são dadas de acordo com as diretrizes do Ministério da Saúde, compreendendo não só as bases fisiológicas, como o universo que envolve o crescimento e desenvolvimento do indivíduo durante os períodos de gestação, lactação, infância e adolescência.

    É uma disciplina muito gostosa de se aprender, com muitos planejamentos alimentares, palestras, cálculos e aulas de campo.

    Para ver o programa da disciplina, CLIQUE AQUI.


    domingo, 30 de agosto de 2009

    SUS: Desafios

    Apesar de ser um sistema já consolidado em nosso país, o SUS ainda encontra muitos desafios pela frente, tais como:

    -Financiamento adequado e estável - cada gestor dá uma importância diferente à saúde no país, distribuindo-lhe mais ou menos recursos, depois, esses recursos são repassados várias vezes através de vários gestores por uma estrada muita longa e vez por outra esses recursos acabam se perdendo no meio do caminho, não chegando ao seu destino final.

    -Participação e controle social - sabendo que o caminho pelo qual os recursos percorrem é longo, a população deveria tomar ciência de que precisa ajuda-lo a chegar mais rápido ao seu destino. Como? Cobrando, avaliando, dizendo o que está bom, o que está ruim, mas tudo passivamente, claro, não adianta sucatear ainda mais o que já está sucateado. Eles vão ver que qualquer deslize a população está de olho e vão tentar errar menos. Ou alguém acha que se ficar calado vai conseguir mudar alguma coisa? Só se for pra pior!

    -Integração das políticas públicas - outra coisa difícil, aqui os políticos só atuam visando a próxima candidatura, alguns evitam ajudar os outros, só porque é de um partido diferente ou ele não o apoiou na eleição anterior ou apoiou seu inimigo direto, enfim... deveríamos votar naqueles que visam o futuro daqui a 10, ou 20 anos, e não aquele que visa um futuro tão próximo como daqui a 2 ou 4 anos.

    -Valorização dos trabalhadores - salários de futuro, garantia dos direitos. Por exemplo, TODOS os funcionários que trabalham em um hospital estão correndo mais risco de se contaminar com alguma doença, do que quem trabalha em um escritório, isso é certo, não é? Por que só o governo não nota isso?

    -Redução da violência e dos acidentes de trânsito e do uso abusivo de álcool - a violência e violência no trânsito além de gerar mais violência, está trazendo também doenças psicossociais, as pessoas estão evitando sair de casa, estão com medo de ir passear, estão sempre com medo. O uso abusivo do álcool tem diminuido muito, desde a Lei Seca, mas ainda temos muitos problemas nesse aspecto.

    -Aperfeiçoamente da gestão e redução das filas - A redução das filas é um processo. Num hospital. por exemplo, se o médico atender ao paciente com calma, perguntar-lhe tudo o que ele deveria perguntar, até outros aspectos que poderiam agravar a doença, ver se o remédio é adequado, se a pessoa tem condições de comprar, como todo mundo quer e merece, levaria muito tempo e resultaria numa fila imensa e choveriam reclamações. Mas se o médico atende super rápido, como é atualmente, só olha o problema e prescreve o remédio, as filas se reduziriam, mas os pacientes sairiam insatisfeitos. Por isso, é necessário que os gestores façam um planejamento adequado, aumentando o quadro de pessoal, as instalações, para que possa atender a todos com a mesma qualidade.

    -Redução da mortalidade materna e infantil - na maioria dos casos, as ações que levam a uma, resultam na outra. Deveria haver uma maior conscientização de todas as mulheres de que elas têm direito a um pré-natal de qualidade e lá recebem inúmeras orientações de profissionais como nutricionista, médico, enfermeiro, psicólogo, que trabalham justamente para a promoção da saúde materno-infantil.

    -Maior autonomia na produção de insumos estratégicos e medicamentos - esse desafio não depende só de nós, para produção de medicamentos existem inúmeras barreiras, que vão desde a pesquisa até a venda, não que isso seja ruim, é bom, pois evita dependência, resistência de microorganismos, consumo excessivo de medicamentos desnecessários, entre outros.

    -Acolhimento humanizado - esse desafio já vem sendo ultrapassado em inúmeros postos, os profissionais estão valorizando mais os pacientes como indivíduos, tratando-o com mais respeito, sendo mais solidários, isso se reflete na reação dos pacientes agradecedo, sendo mais amáveis, aceitando melhor o tratamento e evitando a reincidência.

    -Prevenção e controle de doenças - já se fez muito para a preveção e controle de doenças, mas ainda é só o começo, já conseguimos erradicar a varíola do mundo, doenças como polio e sarampo já estão controladas no Brasil, estamos lutando para erradicar alguns tipos de meningite, sarampo e tétano. As pessoas já têm consciência da importância da vacinação e isso é muito bom.

    Fonte: Brasil. Mostra virtual SUS 20 anos. Ministério da Saúde. Disponível em: "http://www.ccs.saude.gov.br/SUS20Anos/mostra/index.html">

    sábado, 29 de agosto de 2009

    SUS: Motivos para comemorar

    O SUS é um sistema nacional de saúde muito bem elaborado, exemplo pra muitos países.
    Agora que completou 20 anos, é possível perceber que ele vem crescendo e melhorando a cada dia através de resultados de sua ação, mas uma coisa é certa: ainda se tem muito o que mudar.
    Precisamos de gestores competentes que não pensem apenas em si próprio e acreditem no SUS, no que ele é capaz de fazer!

    Veja a seguir alguns dados:

    * Em 1988, a expectativa de vida no Brasil era de 69,7 anos; Em 2008, a expectativa de vida é de 72,3 anos.
    * Em 1990, a taxa de mostalidade infantil era de 53,7 por mil nascidos vivos; Em 2008, esse número reduziu pata 21,2. O que ainda é alto, mas pretende-se reduzi-lo ainda mais.
    * Em 1997, foram realizados 3.765 transplantes; Em 2008, foram realizados 19.125 transplantes.
    * Em 2003, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) atendeu a mais de 10 milhões de pessoas; Em 2008, foram mais de 101 milhões de atendimentos.
    E não é só por aí, o número de equipes de atenção básica tem aumentado significativamente e pretende aumentar ainda mais.

    Veja mais: 20 motivos para comemorar

    quinta-feira, 27 de agosto de 2009

    SUS: Direito dos Usuários da Saúde


    O Ministério da Saúde publicou a Carta de Direito dos Usuários da Saúde através da Portaria MS/GM nº 675, de 30/3/2006, publicada no DOU, Seção 1, em 31/3/2006.



    1º Todo cidadão tem direito a ser atendido com ordem e organização;
    2º Todo cidadão tem direito a ter um atendimento com qualidade;
    3º Todo cidadão tem direito a um tratamento humanizado e sem nenhuma discriminação;
    4º Todo cidadão deve ter respeitados os seus direitos de paciente;
    5º Todo cidadão tem direito a também tem deveres na hora de buscar atendimento de saúde;
    6º Todos devem cumprir o que diz a Carta dos Direitos dos Usuários da Saúde.

    Mais informações, acesse: SUS 20 Anos

    terça-feira, 25 de agosto de 2009

    Metas do milenio

    A Assembleia Geral das Nações Unidas, no ano de 2000, reunindo 191 países na Cúpula do Milênio, comprometeu-se a cumprir as seguintes metas até 2015:


    Erradicar a extrema pobreza e a fome
    Reduzir pela metade a proporção da população com renda inferior a um dólar e que sofre de fome.

    Atingir o ensino básico universal
    Garantir que todas as crianças terminem um ciclo completo de ensino básico.

    Promover a igualdade entre os sexos e a autonomia das mulheres
    Eliminar a disparidade entre os sexos em todos os níveis

    Reduzir a mortalidade na infância
    Reduzir em dois terços, entre 1990 e 2015, a mortalidade de crianças menores de 5 anos.

    Melhorar a saúde materna
    Reduzir em 3/4 a taxa de mortalidade materna.

    Combater o HIV/aids, a malária e outras doenças
    Todos os dias 6,8 mil pessoas são infectadas pelo vírus HIV e 5,7 mil morrem em conseqüência da Aids - a maioria por falta de prevenção e tratamento.

    Garantir a sustentabilidade ambiental
    Integrar os principios do desenvolvimento sustentável e reverter a perda de recursos ambientais.

    Estabelecer uma parceria mundial para o desenvolvimento
    Atender as necessidades especiais dos paídes menos desenvolvidos.


    Mais detalhes, acesse o site http://www.pnud.org.br/odm/

    domingo, 23 de agosto de 2009

    Industrialização de Alimentos

    Disciplina: Tecnologia de Alimentos


    A Industrialização de alimentos é a aplicação de métodos e técnicas que vão desde a seleção da matéria-prima, até o processamento, preservação e distribuição do alimento.

    Sua intenção maior é incrementar a produção de alimentos mais sofisticados, nutritivos, convenientes e mais atrativos. Também aproveitar subprodutos ou excedentes, que sejam oferecidos a baixo preço.

    Suas principais vantagens são:

    Através de métodos de conservação, reduzir o risco de contaminação por microorganismos, reações químicas ou enzimáticas e assim poder armazenar o alimento por um período maior;

    Facilitar o transporte;

    Proporcionar o consumo de certos alimentos (ou partes deles) que seriam incapazes de serem consumidos na sua forma in natura, também obter sabores especiais em produtos modificados pelo processamento;

    Melhorar as qualidades organolépticas dos alimentos;

    segunda-feira, 17 de agosto de 2009

    Assistência pré-natal


    Assistência pré-natal é o atendimento, acompanhamento e avaliação das necessidades das gestantes, além da orientação quanto às dúvidas que as mesmas possam ter em relação à gestação. O objetivo dessa assistência é assegurar a saúde da gestante e do bebê.

    Segundo dados do DATASUS de 2007, 98% dos óbitos no parto poderiam ter sido evitados com adoção de medidas simples, ou seja, uma maior assistência pré-natal poderia reduzir essa taxa de mortalidade materna. Além disso, dentre as principais causas de mortalidade materna, estão a anemia e a hipertensão, as quais podem ser controladas com dietas.

    Outras causas comuns de mortalidade materna são por hemorragias, infecção puerperal e complicações no trabalho de parto e abortos.

    As principais causas de mortalidade materna são a hipertensão e anemia, hemorragias, infecção puerperal e complicações no trabalho de parto e abortos.

    Na Assistência Pré-Natal têm-se verificado que o trabalho em grupo com as gestantes é muito importante para que elas possam compartilhar reflexões, informações acerca das mudanças que atravessam, sentimentos, além do apoio mútuo que funciona como suporte social. A troca de informações sobre diferentes vivências entre as gestantes e os profissionais de saúde, facilita uma melhor comunicação e consequentemente compreensão do processo de gestação.

    Fonte: Assistência Pré-Natal: Normas e manuais técnicos, Ministério da Saúde, 1998.
    Clique aqui para Download

    sexta-feira, 23 de novembro de 2007

    Você quer engordar?

    Pois é, tem gente quem luta contra a balança... ao contrário!

    Poder ter um corpo esbelto para colocar aquele biquíni na praia ou vestir uma calça nova sem apertos...A maioria das pessoas sonha em queimar calorias, perder peso e para isso se submete às mais diversas formas de dietas que surgem a cada dia.

    No entanto, existe uma parcela da população, que enfrenta um desafio absolutamente antagônico: são os que sonham em ganhar uns quilinhos a mais.

    E segundo nutricionistas, engordar,por incrível que pareça, pode ser mais difícil do que emagrecer. É que ganhar peso defende muito de fatores genéticos, ao contrário das dietas de perda de peso,que geralmente apresentam bons resultados com a restrição calórica e prática de atividade física.

    Uma boa dica é se alimentar bem, em horários regulares ao logo do dia e praticar exercícios anaeróbicos, como os de musculação, que não promovem grandes perdas de calorias.

    Por Marco de Cardoso